terça-feira, 3 de junho de 2014

Diplopia




Diplopia é conhecida como visão dupla, quando a pessoa que tem essa disfunção visual foca em uma imagem, essa imagem se transforma em duas.
Existem dois tipos de diplopia, monocular e binocular.  A diplopia monocular e quando a imagem é projetada em dois pontos diferentes na retina em um olho só. Pode ser causada por astigmatismo, ceratocone,  pterígio, catarata e uma lente descentrada. Para eliminar a visão dupla é só ocluir um olho.
Diplopia binocular é o resultado de uma disfunção dos eixos ópticos responsáveis por controlar toda rotação do olho conhecidos como músculos extras oculares. Causa por estrabismo, nervos que controla os músculos extras oculares, diabetes, e trauma ocular.

O único sintoma é ver duas imagens, o ideal e procurar um especialista. Fica a dica!

vandeir_junior@hotmail.com                       Vandeir Junior

domingo, 11 de maio de 2014

Calculo de espessura minima de centro das lentes oftálmicas.



Para calcula a espessura de centro das lentes oftálmicas, você deve utilizar a formula

EC= D x IS +EM ( espessura de centro é igual dioptria vezes índice sagital mais espessura mínima. Para ultilizar essa formula você deter sabe o diâmetro ideal, para isso você deve calcular; ( ponte + aro + diagonal maior – 2 x a menor dnp) você terá obterá o diâmetro. Você deverá ter em mãos a tabela de espessura mínima de cada material de lente mostrada no vídeo. Para você obtém o índice sagital devera também olha na tabela onde na coluna vertical vai estar o índice de refração do material e na coluna horizontal estará o diâmetro, você vai pegar por exemplo o índice 1.499 e o diâmetro 60  de acordo com a tabela de índice sagital mostrada no vídeo, vai ser 0.9. Mais a dioptria de acordo com a receita. Usando esse calculo via ter a espessura de centro , e podendo pedir pra o laboratório a espessura de centro que você calculou.  Duvidas entre em contato comigo pelo e-mail vandeir_junior@yahoo.com.br. E eu enviarei as tabelas para você.
             
                                                                         Vandeir Junior

sábado, 12 de abril de 2014

Lentes oftálmicas

As lentes oftálmicas são meios refringentes capazes de divergir e convergi os raios de luz para um determinado foco. O foco é o ponto de encontro dos raios luminosos, e nesse ponto de encontro é gerada a imagem. O óculos com as lentes oftálmicas com dioptria faz a seguinte função converge e diverge os raios de luz para a retina, e na retina através de impulsos nervosos a imagem e levada ao celebro e em frações de segundos o celebro faz o reconhecimento da imagem observada através das lentes oftálmicas. 
As lentes oftálmicas são usadas para compensar os erros refrativos conhecidos como ametropias que  são classificado como miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia.( A presbiopia também pode ser considerado como erro refrativo fisiológico).
                                                   vandeir_junior@yahoo.com.br                                Vandeir Junior 

quinta-feira, 20 de março de 2014

Radiação ultravioleta

A radiação ultravioleta é dividida em três partes, de acordo com a região do espectro de ondas em que se encontra:
Radiação UV-A: se estende desde 320 a 400 nanômetros (nm);
Radiação UV-B: ocupa a faixa de 280-320 nanômetros (nm);
Radiação UV-C: vai da faixa de 280 a comprimentos de onda menores.
As radiações UV-B e UV-A não é absorvida pela atmosfera sendo importante se proteger. Já a UV-C é totalmente absorvida pela atmosfera terrestre e por isso não participa das medidas feitas na superfície da Terra.
 Dependendo do comprimento de onda, a exposição à radiação ultravioleta, assim como outras radiações, pode trazer prejuízos aos olhos. Há efeitos que ocorrem a curto prazo e a longo prazo.
 Um tecido do globo ocular, chamado cristalino é capaz de oferecer proteção às radiações UV. Cirugias, como a de catarata retira essa proteção. Crianças e bebês são mais expostos aos danos, pois, essa área é transparente.
Para os adultos, o risco é minimizado, e o cristalino, como é mais opaco, oferece maior absorção. Inflamações da córnea e da conjuntiva (tecidos do olho) acontecem devido às radiações UVB. Já nas pálpebras são verificadas as lesões malignas. Radiação UVA é a responsável pelo aparecimento da catarata. Por isso, é aconselhável a utilização de lentes adequadas, capazes de eliminar mais de 99% dos UV, evitando incômodos maiores.
Algumas doenças ocasionadas pela exposição intensa aos raios UV:
  • Câncer de pele ao redor dos olhos (carcinoma das células basais) – Ocorre nas pálpebras, em sua maioria nas inferiores. O câncer pode ocorrer, também, em regiões próximas à sobrancelhas, nos cantos dos olhos e na face
  • Catarata - Ocorre no interior do olho. Ao adquirir a doença, a lente do olho perde sua transparência, causa da cegueira de muitos adultos idosos.


Sintomas:

Visão embaçada;
Impressão de cores desbotadas;
Dificuldade para enxergar à noite e com muita luz;
Visão de círculos luminosos ao redor da luz e visão dupla.

  • Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) – A doença afeta a parte do olho onde são vistos os detalhes (mácula). Pode ser úmida, que se desenvolve rapidamente e resulta na perda da visão; ou seca, que evolui de forma gradual, proporcionando uma visão central desfocada.


Sintomas:

Visão desfocada;
Desconhecimento de rostos;
Dificuldade na leitura, é preciso maior iluminação.

Ocorrência: Pessoas acima de 55 anos de idade.

Tratamento: A DMRI não tem cura, mas é possível diminuir o seu impacto, se for descoberta cedo.

  • Fotoqueratite - Ocorre em ambientes capazes de refletir a luz solar, como: praias, piscinas, neve etc. A doença é temporária e melhora após alguns dias.

Sintomas:

Dor nos olhos;
Pálpebras inchadas;
Dificuldade em enxergar;
Sensação de areia nos olhos;
Lacrimejamento.

Solução pratica usar óculos de sol com proteção de 99 a 100% de proteção UV.
  

          
                                                                                                                vandeir_junior@hotmail.com
                 
 


sábado, 8 de fevereiro de 2014

A importância da curva base



Com certeza você que trabalha como consultor de vendas de uma óptica, já prometeu um óculos com acabamento x para o seu cliente, e ao retorna do processo de fabricação e de montagem se deparou com um acabamento y, ou seja, não ficou conforme o combinado entre você e o cliente. Nesse processo pode te ocorrido em números fatores, mais quero ressaltar aqui a importância da curva base que influência diretamente no acabamento final de uma lente, e principalmente na dioptria.
O acabamento de uma lente com uma curva base que não seja ideal tanto para a armação como para dioptria pode acarreta diversos problemas na montagem dos óculos, e na adaptação do usuário do óculos. Mais como saber a curva base para cada dioptria? Existem algumas curvas utilizadas pelos laboratórios que é a curva real, a curva real é calculada em função do índice de refração de cada material de lente utilizado. E a curva nominal que vem impressa nas embalagens dos blocos de lentes semi-acabadas. E hoje nos laboratórios quase não se usam muitos cálculos manuais, por que os geradores utilizados nos laboratórios possuem softwares avançado e atualizados que fazem todo esse processo de cálculos.  Mais existe um calculo bastante utilizados por consultores ópticos na hora de solicitar a curva base para o laboratório que é:  CB= D/2 +6. (Curva base é igual, dioptria divido por dois, mais seis). Se a dioptria for esférica e cilíndrica deve se fazer a transposição para saber qual vai prevalecer, e teremos a curva  base ideal.
Outra regra bastante utilizada é: Quanto maior a hipermetropia maior será a curva base. Quanto maior for à miopia menor será a curva base utilizada. Mais somente a curva base ideal, não é suficiente pra termos um resultado almejado e esperado. Precisamos levar em consideração a curvatura do óculos escolhido pelo cliente. Para encontra a curvatura do óculos e necessário o consultor óptico ter em mãos um esferômetro que é uma ferramenta muito  pratico para descobrir a curva base de uma lente. Principalmente as que estão montadas nos óculos que vai ser utilizado no processo de montagem. Colocando o esferômetro no centro da lente descobriremos a curva base usada naquele óculo, e teremos então a curvatura que foi usada na montagem do óculos escolhido, evitando um acabamento indesejado.
Existem alguns problemas relacionados a curva base, por exemplo: Quando um usuário de óculos tem algum tipo de ametropia ocular com altas dioptrias, tem uma certa tendência de ter uma sensibilidade maior, principalmente quando o usuário estar acostumado com uma curva base, e se na hora de trocar a lentes do óculos mudar a curva base, os que tem uma sensibilidade maior pode não acostumar com a nova curva base usada na fabricação das novas lentes e assim o processo de adaptação pode ser mais demorado e em alguns casos o usuário não adaptar com a nova curva. Outro problema que pode acontecer é na montagem dos óculos, principalmente na hora da escolha da curva base, escolher uma curva base inadequada para o aro do óculos. O que mais acontece é que na hora de encaixar as lentes no aro da armação do óculos, as lentes não param, e perde o ajuste original do óculos, e se força para montar uma curva inadequada em um determinado óculos, comprometemos  toda a estética e perdemos a originalidade do modelo do óculos. Outro fato bastante comum é quando escolhe uma curva inadequada para determinadas dioptrias. Quando isso acontece na maioria das vezes na surfaçagem, os surfaçagistas não consegue chegar a uma dioptria exata gerando assim vários retrabalho, e acaba atrasando o processo de fabricação. Quando escolhe uma curva base errada para certas dioptrias, a grande maioria dos os usuários sente de imediato um certo desconforto na periferia da lente, gerando assim um astigmatismo marginal, e isso pode atrapalhar o processo de adaptação no uso do óculos.
Por isso que é inevitável fazer uma escolha bem feita das curvas bases a serem usadas nos óculos e nas dioptrias. Por que assim estaremos buscando a qualidade dos nossos serviços, e a satisfação do nosso cliente, e evitando transtornos pós venda. Pense nisso, e até a próxima!
                                                                           Vandeir Junior 
vandeir_junior@yahoo.com.br

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A importância das medidas na adaptação das lentes progressivas

               
Escolhi esse assunto por que é muito importante no processo de adaptação das lentes progressivas.  As lentes progressivas possuem uma estrutura dividida em um campo de visão de longe, um corredor progressivo, campo de visão de perto e as zonas de distorções cromáticas situada na periferia das lentes que fica aproximadamente das bordas.
Para uma adaptação eficaz desse tipo de lente oftálmica é necessário muito rigor nas medias, por que são as medidas que vão definir uma centralização e uma melhor transição do olho do usuário, ao que chamamos corredor progressivo, que liga o campo de longe ao perto progressivamente. Quando a DNP (distância naso pupilar) é tirada de uma forma errônea, e fica milimetricamente errada, o usuário não consegue ter uma acuidade visual nítida em alguns casos. O que pode acontecer nesses casos é o usuário na hora de converge os olhos para olhar para perto, ele pode enxergar fora do que chamamos corredor progressivo devido a DNP não esta centralizada com o centro pupilar do usuário e o centr   o geométrico da lente progressiva, e o usuário passa a enxerga na zona de distorção cromática fora do corredor progressivo. 
E esse usuário possivelmente pode não enxerga com nitidez tanto para longe, quanto para perto. E podendo até mesmo gerar prismas indesejados na lente.                                                                             O mesmo acontece quando tiramos a chamada altura de montagem das lentes progressivas, que com um pincel reto projetor marcamos o centro pupilar que situa em cima da pupila até o aro inferior da armação. Quando essa altura é tirada um pouco acima da linha da pupila, o usuário ao olhar para longe ele enxergara no corredor progressivo e não no campo de longe, tirando toda e qualquer nitidez da visão de longe desse usuário. Notamos isso quando o usuário abaixa os óculos além do normal para ter uma visão nítida de longe. 
Quando a altura de montagem é tirada um pouco abaixo da linha da pupila, o usuário terá certa dificuldade ao enxergar para perto. E fica notável quando o usuário levanta os óculos um pouco acima do normal para ter uma visão nítida de perto. Quando a armação possui plaquetas podemos em alguns casos compensar essa diferença de altura no ajuste das plaquetas.
Para uma adaptação saudável e confortável dos novos usuários das lentes progressivas, as medidas como DNP e altura do centro óptico, devem estar perfeitamente centradas. Hoje podemos dizer que a maioria dos casos de não adaptação com as lentes multifocais do tipo progressivas está ligada as medidas de montagem das lentes. Visando isso, é fundamental que os novos consultores ópticos tenham uma orientação eficaz, seguida de treinamentos com as diversas técnicas de medidas, para uma tomada de medida eficiente e objetiva. E assim deixaremos de nos atentar a vender apenas um óculos, e passaremos a vender saúde visual.
                                                                                                               
                                                                                        Vandeir Junior CROO 3462
vandeir_junior@yahoo.com.br

                                            

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A importância dos óculos de sol

Algumas pessoas com certeza já se queixou para você o porquê de não usa óculos de sol, e a resposta na grande maioria das vezes é essa: É porque sinto dores de cabeça, e um certo desconforto visual? E isso é comum ouvir de usuários de óculos solares. O que causa esse desconforto? Não só a questão da proteção UV, outra questão pouco comentada é a formação de pequenos prismas, formados pela curvatura das lentes “planas” ou de pequenos prismas indesejados no ato de fabricação das lentes, dispostos de uma maneira errado encontrado em óculos paralelos.Alguns óculos solares têm suas lentes com uma pequena inclinação, no sentido horizontal, ficando as bordas temporais mais próximas dos olhos, do que as bordas nasais. A causa é a alta curvatura das lentes que as aproximam mais do lado temporal do que o lado nasal. Isso gera um pequeno prisma, pela inclinação da lente. Isto obriga os olhos a tomarem uma distância pupilar maior, que incomoda o usuário. Incomoda por que olhos estão acostumados a convergir, quando olhamos para perto e esse exercício dos olhos é natural, mas ao contrário, quando divergem, torna-se incomodo. Sabemos que alguns fabricantes de óculos solar já fazem uma compensação prismática para evitar o chamado desconforto visual tão questionada pelo o usuário.
Outra pergunta bastante comum feita pelos usuários de óculos é: “ Esse óculos tem proteção Ultra Violeta (UV)”. Para entendermos melhor, é fundamental saber que a Radiação Ultra Violeta é considerado um fenômeno físico, por que é uma onda. A radiação Ultra Violenta é o comprimento de onda menor que 400nm (nanômetro). Sua principal fonte é o sol, lembrando que algumas lâmpadas também emitem radiação UV. Os raios UV são classificados UVA com o comprimento de onda de 320 a 400nm. UVB com o comprimento de onda de 280 a 320 e UVC de 200 a 280nm. Essas radiações ultra violeta podem causar danos para nossa saúde visual. A exposição dos nossos olhos aos raios UV pode gerar alguns danos e patologias oculares por exemplo,  Fotoqueratite, catarata, diminuição da visão, hemorragia intraocular, alterações na percepção de cores, queimaduras superficiais, pterígio, dentre outras. O melhor mesmo é a prevenção com óculos de sol de qualidade.
E é por isso que os profissionais do seguimento óptico deve orientar os usuários do perigo que é para saúde visual comprar replicas de óculos nas ruas e em mercados populares. Procure especialista na área para indicar o melhor para você, lembre-se com saúde não se brinca.

    vandeir_junior@hotmail.com                                      Vandeir Junior